Primeiro trimestre de 2017 apresenta crescimento para o setor de alumínio

Entre janeiro e março de 2017, o consumo de alumínio no Brasil voltou a crescer. De acordo com a Associação Brasileira de Alumínio, o consumo de produtos originados do alumínio totalizou 306,7 mil toneladas, representando 1,8% em relação ao primeiro trimestre de 2016. Em relação à quantidade de vendas nacionais, houve crescimento de 1,7%, e 3,3% em importações. É uma excelente notícia, pois o setor não registrava um desempenho positivo desde o final de 2015.

Dentro do setor, a produção de fios e cabos (30,9%) e fundidos (22%) foram os maiores responsáveis pelo crescimento do setor, enquanto chapas (-6,8%) e extrudados de alumínio (-3,8%) tiveram resultados negativos. No conjunto, a previsão é que o setor atinja o resultado de 1.221,1 toneladas em 2017, com crescimento de aproximadamente 1,3%.

O comércio externo também promete movimentar o setor de alumínio, com um crescimento de 3,3% no primeiro semestre do ano, foram importadas 31,1 toneladas de produtos feitos a partir do alumínio. Espera-se que durante o ano o índice o setor mantenha 2,6% de crescimento, o que representa cerca de 125,5 mil toneladas de alumínio. Em relação às exportações, elas cresceram 8,8% no primeiro trimestre, comercializando 35,9 mil toneladas de produtos de alumínio.

O saldo da balança comercial da indústria brasileira do alumínio (bauxita e alumina), neste primeiro trimestre, foi de US$ 571 milhões (FOB), representando crescimento de 6,5% em relação ao primeiro trimestre de 2016. As exportações da indústria cresceram 1%, enquanto as importações diminuíram 7,4%. A produção de alumínio primário também cresceu no primeiro trimestre de 2017, foram 197,4 mil toneladas, aumento de cerca de 3,1% em relação a mesma época de 2016. É esperado que até o final do ano, 802,5 mil toneladas do metal primário sejam produzidas no Brasil, representando um crescimento de 1,2% em relação a 2016.