FICAREMOS SEM SISTEMA, PARA ENTRADA E SAÍDA DE NOTAS FISCAIS , SEM RECEBIMENTO E EXPEDIÇÃO DE MERCADORIAS, NESTA QUINTA-FEIRA, DIA 01/11/2018, A PARTIR DAS 12H, COM RETORNO APÓS O FERIADO.

Cobre avança, recuperando-se de quedas recentes com menor temor sobre comércio

O cobre opera em altas consideráveis nesta quinta-feira, recuperando parte de suas perdas. Investidores dizem que o menor temor de uma guerra comercial entre os Estados Unidos e a China apoia a retomada nesse mercado.

Às 7h30 (de Brasília), o cobre para três meses subia 1,22%, a US$ 6.795 a tonelada, na London Metal Exchange. Os volumes negociados, porém, eram menores, por causa de um feriado na China. Às 7h51, o cobre para maio tinha ganho de 1,43%, a US$ 3,0535 a libra-peso, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex).

Na sessão de ontem, os mercados acionários em Nova York tiveram uma recuperação ao longo do dia, após a fraqueza inicial diante dos anúncios sobre tarifas entre EUA e China. O temor começou a diminuir após representantes dos dois países falarem em negociar. Essas conversas bilaterais continuarão no radar, segundo Alastair Munro, corretor da Marex Spectron.

Na avaliação de Colin Hamilton, diretor-gerente de pesquisa em commodities da BMO Capital Markets, há motivos para maior otimismo com o cobre agora. Segundo ele, há certo rali hoje, embora em geral os preços dos metais básicos tenham sido dominados por grandes fluxos econômicos.

Hamilton disse que, com a força econômica chinesa mostrada até agora em 2018, “parece que a demanda finalmente ganha fôlego após o ano-novo da China”. Segundo ele, isso era uma preocupação, mas os agentes do mercado mostram-se mais otimistas com os fundamentos da oferta e da demanda.

Os estoques monitorados pela LME atingiram na quarta-feira seus níveis mais altos desde junho de 2013. Nesta quinta-feira, porém, eles começaram a recuar.

Um fator que pode pesar nos preços é a negociação até agora tranquila de contratos trabalhistas em minas na América do Sul. Agentes do mercado temiam greves como as ocorridas no ano passado na mina Escondida, no Chile, mas agora estão mais otimistas sobre esse cenário. Ainda assim, analistas do ING dizem esperar greves após o diálogo fracassar em minas menores chilenas, em Chuquicamata e Radomiro Tomic, operadas pela estatal Codelco.

Entre outros metais básicos negociados na LME, o alumínio subia 0,28%, a US$ 1.998,50 a tonelada, o zinco recuava 0,26%, a US$ 3.243,50 a tonelada, o estanho tinha ganho de 0,5%, a US$ 20.980 a tonelada, o níquel subia 1,86%, a US$ 13.400 a tonelada, e o chumbo avançava 0,68%, a US$ 2.384 a tonelada. Fonte: Dow Jones Newswires.

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